Em Diadema, Fuzari defende lei estadual do ‘UBS em Casa’
Julinho Fuzari quer estadualizar atendimento médico domiciliar para pessoas com deficiência e autismo, além de criar Centros TEA regionais
- Publicado: 17/09/2026 15:27
- Alterado: 17/09/2026 15:27
- Autor: Daniela Ferreira
O candidato a deputado estadual Julinho Fuzari (Republicanos) realizou na noite de quarta-feira (16) um encontro com moradores e lideranças do bairro Conceição, em Diadema. Durante a agenda, o atual vereador de São Bernardo do Campo apresentou propostas voltadas à saúde, inclusão e mobilidade, com destaque para o projeto de estadualizar a lei municipal “UBS em Casa”.
A medida, que já vigora em São Bernardo a partir de projeto do parlamentar, prevê a vacinação e a coleta de exames laboratoriais em domicílio para pessoas com deficiência (PCDs) e pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Segundo Fuzari, a expansão do serviço para o âmbito estadual tem como objetivo evitar o estresse e as crises que muitos desses pacientes enfrentam ao se deslocarem até os postos de saúde tradicionais.

A plataforma do candidato para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) também inclui a criação de unidades regionais do “Centro TEA Paulista”, visando concentrar o diagnóstico precoce e o atendimento especializado em um único complexo, o que, de acordo com o candidato, reduz custos futuros para o Estado ao garantir maior autonomia aos pacientes.
Radares Móveis e Integração Regional

Na área de trânsito, Fuzari defende a proibição de radares móveis nas rodovias paulistas, iniciativa nos mesmos moldes do projeto que ele impulsionou no Legislativo são-bernardense.
Durante o evento, o candidato ressaltou sua ligação profissional com Diadema, onde cursou o Senai e trabalhou na multinacional Schuler. Ao citar sua proximidade política com o grupo do prefeito Taka Yamauchi (MDB), o parlamentar defendeu que os problemas de cidades limítrofes do Grande ABC sejam tratados de forma integrada. “O que divide São Bernardo e Diadema, muitas vezes, é uma rua ou um córrego. Quando se fala em mobilidade e segurança, tem que se discutir de forma regional”, afirmou.