Tricampeão mundial testa piscinas de surfe em São Paulo
Tricampeão mundial de longboard visitou o Boa Vista Village Surf Club e o São Paulo Surf Club, destacando a qualidade das ondas artificiais para treinamento e lazer.
- Publicado: 16/07/2026 10:52
- Alterado: 16/07/2026 10:53
- Autor: Thiago Antunes
- Fonte: Assessoria
O tricampeão mundial de longboard Phil Rajzman explorou recentemente o potencial das piscinas de surfe em SP. O atleta carioca testou as estruturas do Boa Vista Village Surf Club, em Porto Feliz, e do São Paulo Surf Club, na capital paulista, para avaliar o impacto da tecnologia no desempenho esportivo.
As ondas artificiais oferecem um ambiente rigorosamente controlado para a evolução técnica. A simetria e a previsibilidade das paredes de água permitem o aprimoramento de manobras clássicas e progressivas sob condições hidrodinâmicas constantes.
Estrutura das piscinas de surfe em SP surpreende atletas
Competidor da elite mundial por 25 anos, Rajzman destaca o altíssimo rendimento do treinamento artificial. Uma hora de prática no ambiente controlado equivale a até três horas no oceano devido à alta frequência das séries perfeitas.
“Acho que o Boa Vista foi a melhor piscina de ondas que surfei na minha vida. A variação é muito grande, desde ondas menores até tubulares”, afirma Rajzman. O surfista aponta a longa distância percorrida pela água como um diferencial estrutural do projeto.
O encontro com o bicampeão brasileiro Rico de Souza marcou a visita ao complexo esportivo de Porto Feliz. O veterano introduziu Rajzman ao esporte décadas atrás e agora acompanhou as primeiras manobras da filha do tricampeão, Coral, de 6 anos.
“Adorei ver o Phil arrebentando na piscina e eu também me diverti muito com meus amigos. Foi uma oportunidade única”, destacou Souza, pioneiro no fomento do longboard no país.
PerfectSwell e o cenário urbano paulistano
A tecnologia PerfectSwell®, desenvolvida pela American Wave Machines, alimenta as principais piscinas de surfe em SP. O sistema gerador de ondulações opera de forma idêntica tanto no condomínio de luxo do interior quanto na unidade construída próxima à Ponte Estaiada.
O acesso urbano no meio da metrópole transforma a rotina de executivos e profissionais liberais. Moradores locais conseguem agendar sessões de treinamento antes ou depois do expediente comercial sem a necessidade de deslocamento até o litoral.
“Peguei onda no meio de São Paulo. Lá pude encontrar vários empresários que têm a possibilidade de pegar uma hora de surfe antes ou após o trabalho”, relata Rajzman.
A ausência de correntes marítimas e arrebentação atua como facilitador primário da prática. O atleta catarinense Mateus Herdy, integrante do Championship Tour da WSL, também utilizou a infraestrutura paulistana e dividiu uma sessão focada em aéreos com Rajzman.
A instalação dessas tecnologias consolida um novo polo de desenvolvimento esportivo no país. Longe do oceano, as piscinas de surfe em SP entregam segurança e consistência estrutural capazes de acelerar a curva de aprendizado de praticantes de todos os níveis.