Miss Universe Brasil faz 72 anos e volta à TV aberta
O Miss Universe Brasil celebra 72 anos com foco em causas sociais e confirma final de 2026 com transmissão na TV
- Publicado: 25/06/2026 19:05
- Alterado: 25/06/2026 19:05
- Autor: Daniela Ferreira
- Fonte: Assessoria
Uma das marcas mais longevas e icônicas da cultura pop e da televisão brasileira celebra seu aniversário. Nesta sexta-feira (26), o Miss Universe Brasil completa 72 anos de história, consolidando um legado que vai muito além das passarelas, atuando hoje como uma plataforma de liderança feminina, diversidade e impacto social.
Para celebrar o marco, a organização anunciou o retorno triunfal do concurso à televisão aberta em rede nacional. A grande final da edição de 2026 será transmitida ao vivo pela Record e por plataformas de streaming no dia 25 de julho, direto do Komplexo Templo, na capital paulista.
Sete décadas de pioneirismo e representatividade

O concurso acompanhou as transformações estéticas e comportamentais do país desde 1954. Foi nessa passarela que o Brasil projetou suas duas únicas Misses Universo: a gaúcha Ieda Maria Vargas, em 1963, e a baiana Martha Vasconcellos, em 1968.
O evento também quebrou barreiras históricas em 1986, quando Deise Nunes foi coroada a primeira Miss Brasil negra, tornando-se um símbolo de representatividade em uma época de pouca abertura na mídia. Na era moderna, a mineira Natália Guimarães (Vice-Miss Universo 2007) cravou seu nome como uma das misses mais emblemáticas e queridas pelos brasileiros.
“Quando olho para trás, vejo que os concursos evoluíram muito e hoje representam algo muito maior do que a beleza. A mulher que sobe ao palco carrega histórias, causas, sonhos e a responsabilidade de ser uma referência. Fico orgulhosa de ver uma nova geração entendendo que representatividade e propósito caminham lado a lado com a coroa”, afirma Natália Guimarães.
Nova era: Imersão técnica e Inteligência

Sob a gestão do empresário Rodrigo Ferro, o Miss Universe Brasil passa por um processo de modernização institucional. O foco atual mudou: em vez de avaliar apenas atributos físicos e elegância, o júri prioriza a oratória, a capacidade de gestão, o posicionamento de imagem e os projetos comunitários voltados à sustentabilidade e à educação.
Como parte dessa nova dinâmica, as 33 candidatas deste ano passaram por um camping preparatório intensivo de imersão focado em desenvolvimento pessoal, inteligência emocional e construção de propósito de carreira internacional.