Jogador David, do Vasco, é alvo de operação contra o tráfico
Atacante cruzmaltino tem endereços vasculhados. Ação interestadual também prendeu um integrante do elenco profissional do Santos em SP.
- Publicado: 31/08/2026 07:13
- Alterado: 31/08/2026 08:13
- Autor: Thiago Antunes
A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (31) uma megaoperação para investigar um esquema interestadual de tráfico de drogas e armas. O jogador David Corrêa, conhecido como DVD e atual atacante do Vasco da Gama, desponta como um dos principais alvos da ofensiva no Rio de Janeiro.
Agentes da 14ª DP (Leblon) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) saíram às ruas nas primeiras horas da manhã. Os policiais cumprem três mandados de busca e apreensão no estado fluminense. A operação atingiu simultaneamente São Paulo, onde o atacante Renyer Oliveira, revelado na base do Santos Futebol Clube e recentemente contratado pelo Azuriz, do Paraná, foi detido por resistência e desacato.
Buscas contra o jogador David Corrêa, do Vasco
As viaturas seguiram direto para a residência do jogador David Corrêa, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste da capital carioca. Os investigadores também realizaram varreduras no centro de treinamento do Vasco da Gama, situado no bairro de Jacarepaguá.
A Polícia Civil do Espírito Santo comanda as investigações e rastreia o núcleo financeiro e logístico da organização criminosa. “Apuramos possíveis envolvimentos de outros atletas profissionais e empresários com o grupo criminoso investigado”, relatou a autoridade capixaba que lidera o inquérito.
Desdobramentos da megaoperação
A estrutura tática de segurança pública mobiliza cerca de 100 policiais civis na operação, atuando em diferentes regiões do país. As equipes contam com o suporte logístico de mais de 38 viaturas e dois helicópteros para garantir o cumprimento das ordens judiciais.
O andamento dos depoimentos e a análise dos dispositivos eletrônicos apreendidos vão guiar as próximas fases legais da investigação. A defesa do jogador David Corrêa ainda não se manifestou publicamente sobre os mandados cumpridos em sua casa e em seu local de trabalho.