Vermelho Amargo
“Vermelho Amargo” traz as memórias de um narrador sem nome definido sobre um período de enorme dificuldade em sua vida: o falecimento de sua mãe e os futuros maus tratos de uma madrasta mesquinha e pouco cuidadosa. Na adaptação da companhia aberta, o grupo optou por preservar a maior parte do texto original. O espetáculo […]
Evento
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ESTREIA:
15/07/2026 22:59 -
ENCERRAMENTO:
01/01/1970 00:00 -
CIDADE:
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ESTABELECIMENTO:
“Vermelho Amargo” traz as memórias de um narrador sem nome definido sobre um período de enorme dificuldade em sua vida: o falecimento de sua mãe e os futuros maus tratos de uma madrasta mesquinha e pouco cuidadosa. Na adaptação da companhia aberta, o grupo optou por preservar a maior parte do texto original. O espetáculo aborda sentimentos íntimos, vivencia familiares, o passado, o amadurecimento brutal de um homem, memoria, fé, ausência de uma pessoa que se ama e a possibilidade de refletir sobre as amarguras da vida.
A atriz Vera Holtz é responsável pela supervisão da peça ampliando o percurso do grupo durante o processo de montagem. Amiga de Bartolomeu Campos de Queiros há anos, Vera Holtz foi recrutada pelo próprio escritor a participar desta primeira transposição do romance para o teatro, ““São jovens alegres, motivados e apaixonados. A aproximação com eles foi encomenda de véspera. ‘Cuida deles pra mim, Vera’. Assim sugeriu Bartolomeu e riu da inspirada ideia de encenar Vermelho Amargo. Essa história agora vira ato e de fato ele estava certo, os garotos têm a inocência perfeita para trazer toda aquela profundidade ao palco”, explica a atriz.
A encenação apresenta o trajeto de amadurecimento de uma criança assustada pela ausência da mãe e pela imagem recorrente e impregnada de significados de como sua madrasta cortava o tomate para as refeições da família.
“A partir da morte da mãe, o menino faz-se homem e adquire olhos para ler o mundo e toda a complexidade da vida, numa história de superação por meio da poesia. É ‘lendo através das letras’ que este menino acompanha a tentativa dos irmãos em suprir a ausência da mãe: o irmão, o mais velho, mastigava vidros. A irmã, a mais velha, bordava incansavelmente, a outra resolveu interromper a fala. Dona de uma gato que não miava, a irmã mais nova passou a miar”, conta o ator Davi de Carvalho.
“Feito a várias mãos, o espetáculo teve no processo colaborativo um elemento crucial para se chegar a esta abordagem muito própria e, ao mesmo tempo, totalmente fiel à obra de Bartolomeu: “O processo foi um verdadeiro encontro entre criadores que levantaram suas composições para a cena de uma forma muito atenciosa, de muita escuta, de muito diálogo, criando pontes e interlocuções com todos. Qualquer ‘ruído’ durante o processo criativo era de fato estímulo para a montagem. Nada era ignorado ou descartado. Tudo servia como referência para o trabalho”, contextualiza Daniel.
FICHA TÉCNICA:
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós. Colaboração artística: Vera Holtz. Adaptação: Diogo Liberano e Dominique Arantes. Direção: Diogo Liberano. Diretora Assistente: Dominique Arantes. Elenco: Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Vandré Silveira. Cenografia: Bia Junqueira. Iluminação: Daniela Sanchez. Figurinos: Júlia Marini. Trilha Sonora: Felipe Storino. Cantora: Gabriela Geluda. Direção de Movimento: Caroline Helena. Oficina Contato Improvisação: Cláudio Dias. Fotografia: Anna Clara Carvalho. Designer Gráfico e Ilustrador: André Coelho. Preparação Vocal: Verônica Machado. Assessoria de Imprensa: Arte Plural. Produção Executiva: Lívia Ataíde. Direção de Produção: Tamires Nascimento. Idealização: Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Diogo Liberano. Realização: Companhia Aberta e Travessia Produções.
Datas
- Estreia: 15/07/2026 22:59
Adicionais:
- Encerramento: 01/01/1970 00:00
Local
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Informações
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- Detalhes:
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Ingressos
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