Santo André
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Patética

Escrita em 1976, a peça reflete sobre as circunstâncias do assassinato de Vladmir Herzog – jornalista, professor e dramaturgo morto nos porões do DOI-Codi, em outubro de 1975. O texto foi escrito um ano depois do seu falecimento, por seu cunhado e, também dramaturgo, João Ribeiro Chaves Neto. Na peça uma trupe de artistas de […]

Evento

  • Estreia

    ESTREIA:
    23/03/2018 21:00

  • Encerramento

    ENCERRAMENTO:
    01/01/1970 00:00

  • Cidade

    CIDADE:

  • Estabelecimento

    ESTABELECIMENTO:

Crédito: Jonatas Marques

Escrita em 1976, a peça reflete sobre as circunstâncias do assassinato de Vladmir Herzog – jornalista, professor e dramaturgo morto nos porões do DOI-Codi, em outubro de 1975. O texto foi escrito um ano depois do seu falecimento, por seu cunhado e, também dramaturgo, João Ribeiro Chaves Neto. Na peça uma trupe de artistas de circo que está prestes a se desfazer conta pela primeira e última vez a história de Glauco Horowitz (Herzog) desde a imigração dos pais para o Brasil fugindo da 2ª Guerra, passando pela carreira no Brasil durante a Ditadura Civil Militar, prisão, depoimentos no DOI-Codi, até a morte e a luta da família para provar que ele não cometeu suicídio, mas foi assassinado.

Ficha Técnica:

Criação: Companhia Estável de Teatro

Texto: João Ribeiro Chaves Neto

Direção: Nei Gomes

Adaptação da Dramaturgia: Companhia Estável de Teatro

Atuação: Juliana Liegel, Miriele Alvarenga, Osvaldo Pinheiro, Paula Cortezia e Sérgio Zanck

Produção Executiva: Nei Gomes | Assistente de Produção da Temporada: Kátia Lazzarini

Direção Musical: Reinaldo Sanches

Letras/Músicas: Companhia Estável e Reinaldo Sanches

Musicistas: Agatha Gabriela, Raira e Simone Santos

Provocadorxs dos Processo: Melodrama Circense – Estudo Teórico: Ermínia Silva

Melodrama Circense – Prática de Interpretação: Renata Zhaneta Treino do Sistema Stanislavski: Celso Frateschi

Estudos Teóricos sobre processos migratórios Terezinha Ferrari Estudos Teóricos sobre os processos históricos da Ditadura Militar: Amelinha Teles, Criméia Alice Schmidt de Almeida e Emilio Ivo

Convidados para debate Confrontando 1980 e 2016: Celso Nunes e Regina Braga

Prática de Palhaço: Daniela Biancardi

Preparação de Voz: Rani Guerra

Preparação Corporal: Ana Perche e Carlos Sugawara

Maquiagem: Ana Luiza Icó

Figurinos: Marcela Donato

Cenografia: Luis Rossi

Assistente de Figurinos: Marita Prado

Iluminação: Erike Busoni

Vídeo Projeção: Luiz Cruz

Operação de Luz e Vídeo: Clara Caramez e Helder Parra

Assistentes: Evas Carretero, Priscila Chagas

Fotos, Registro Audiovisual, Mídias Sociais e Produção Visual: Jonatas Marques

Poema Pangéia: Juliana Liegel

Orientação de Dança: Nuish Bella Luna

Orientação de Bambolê: Marina Leonel e Luana Albeniz da Cruz

Cia. Estável

Com dezesseis anos de trajetória, o grupo formado na Escola de Teatro da Fundação das Artes de São Caetano do Sul foi contemplado em seis edições da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. O coletivo tem como premissa de sua pesquisa a criação em conjunto com a comunidade onde está inserido. O primeiro projeto foi “Amigos da Multidão”, realizado no teatro Flávio Império, em Cangaíba, Zona Leste de São Paulo, onde, por intermédio do edital de Ocupação dos Teatros Distritais em 2001, desenvolveu uma programação diária com oficinas, espetáculos artísticos, saraus e apresentações de peças.

No Espaço de Eventos.

Datas

  • Estreia
  • Estreia: 23/03/2018 21:00

Adicionais:

  • Encerramento
  • Encerramento: 01/01/1970 00:00

Local

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  • Estabelecimento:
  • Endereço
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Informações

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  • Detalhes:

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Ingressos

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