Mississipi com Os Satyros
Neste ano, a Cia. de Teatro Os Satyros celebra seu 30º aniversário. Para abrir a comemoração da efeméride, a trupe estreia Mississipi, em 20 de abril, às 21h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. A partir de pesquisas realizadas pelo grupo sobre o cotidiano das pessoas em situação de rua que vivem no entorno da […]
Evento
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ESTREIA:
13/10/2026 22:03 -
ENCERRAMENTO:
01/01/1970 00:00 -
CIDADE:
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ESTABELECIMENTO:
Neste ano, a Cia. de Teatro Os Satyros celebra seu 30º aniversário. Para abrir a comemoração da efeméride, a trupe estreia Mississipi, em 20 de abril, às 21h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. A partir de pesquisas realizadas pelo grupo sobre o cotidiano das pessoas em situação de rua que vivem no entorno da Praça Roosevelt, a produção aborda a questão urbana nos últimos 20 anos.
Mississipi
A peça, com a estética de teatro-karaokê, se passa em 3 momentos (1999, 2009 e 2019) e é inspirada por uma série de situações que foram observadas, presenciadas ou vividas pelos integrantes do grupo Satyros. As cenas são intercaladas e criam um emaranhado de situações que, de alguma forma, se relacionam. Mississipi, personagem que dá nome ao texto, é uma pessoa em situação de rua. Sua chegada na Praça Roosevelt aconteceu há 20 anos, em 1999. Seus amigos vivem todos na rua. É por meio dos olhos de Mississipi que podemos conhecer uma praça além do frenesi dos bares e do paredão de prédios.
Em 1999, Raul é um bem-sucedido profissional que se estabelece na Praça Roosevelt e passa a se envolver sexualmente com homens em situação de rua.
Em 2009, Princesa e Vangloria vivem na rua. Princesa trabalhou em uma famosa boate dos anos 1970, Le Masqué. Vanglória é sua melhor amiga e companheira, e está sempre atenta sobre as indicações de placas de rua. Elas são amigas de Maresias, uma famosa atriz de TV. Maresias é deprimida e solitária, e apesar do sucesso e da estabilidade financeira, vive sistematicamente com a hipótese do suicídio em mente.
Em 2019, os moradores dos apartamentos da praça mantêm relações paradoxais com as pessoas da rua. Mariana é uma mulher independente que admira a vida livre dessa população. Max é um jovem antissocial que despreza essas pessoas. Ele e seu amigo Thomas consideram-nos fracassados. Alone é recém-chegado à praça e deseja moralizar a região, eliminando as pessoas que vivem na rua.
O espetáculo tem elementos de romance policial, espetáculo de denúncia, teatro narrativo e teatro-karaokê. Os Satyros utiliza a Praça Roosevelt como alegoria dos acontecimentos políticos e sociais que vêm marcando os últimos anos do país.
Os temas musicais são resgatados do universo brega brasileiro dos anos 1970, a partir de canções de Odair José, Paulo Sérgio, entre outros.
Sinopse
Durante os últimos vinte anos, a Praça Roosevelt passou por um processo de profunda transformação, de local perigoso a um efervescente ponto cultural. A montagem faz dela uma alegoria do cenário político e social do Brasil das últimas décadas.
Mississipi, personagem-título, tinha um sonho de criança, conhecer o estado americano em que seu nome era inspirado. Infelizmente, só conseguiu chegar à Praça Roosevelt, outro nome americano. Trata-se de um painel de personagens com pessoas em situação de rua e moradores da praça. Entre os temas abordados estão os desafios de suas vivências no centro da metrópole, como a intolerância e a violência social, a dificuldade de sobrevivência, a solidão, o abuso policial e a pedofilia, entre outros. Um romance policial, espetáculo denúncia, teatro narrativo e teatro-karaokê.
Lançamento do livro Mississipi
Assinado por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, fundadores da companhia, o livro integra as comemorações dos 30 anos de existência do grupo.
Tendo como inspiração a praça e todas as situações vivenciadas pelo grupo, a obra cria um emaranhado de acontecimentos que se entrelaçam e se relacionam, dando vida as mais variadas personagens e historias.
O lançamento ocorre durante a temporada, no dia 02 de maio, às 20h, no Teatro Anchieta, com entrada franca. Marcio Aquiles, escritor e crítico teatral, participará do evento, compondo uma roda de conversas em parceria com os autores do livro.
Ficha Técnica
Elenco: Ivam Cabral, Nicole Puzzi, Eduardo Chagas, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Sabrina Denobile, Fabio Penna, Julia Bobrow, Robson Catalunha, Felipe Moretti, Marcia Dailyn , Ju Alonso, Junior Mazine e Ingrid Soares
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Assistente de Direção: Silvio Eduardo
Iluminação e Operação de Luz: Flavio Duarte
Cenografia: Murillo Carraro
Design de Aparência: Adriana Vaz e Rogério Romualdo
Trilha Sonora e Dramaturgia Sonora: Marcello Amalfi
Preparação Vocal: Dan Ricca e Isis Nascimento
Vozes em Off: Thiago Mendonça e Marcelo Thomaz
Vídeos e Programação Visual: Henrique Mello
Texto do Programa: Marcio Aquiles
Assessoria de Imprensa: Robson Catalunha e Diego Ribeiro
Fotografias: Andre Stefano
Criação e Confecção de Máscaras: Eduardo Chagas
Confecção de Figurinos: Cleide Miwa
Operação de Som: Dennys Leite
Produção Executiva: Silvio Eduardo e Diego Ribeiro
Assistência de Produção: Maiara Cicutt
Administração: Israel Silva
SERVIÇO
Mississipi
Com Os Satyros
De 20 de abril a 26 de maio; sextas e sábados às 21h; domingos às 18h
Local: Teatro Anchieta (280 lugares)
Duração: 120 minutos
Não recomendado para menores de 16 anos
Ingresso: R$ 12,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena) | R$ 20 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) | R$ 40,00 (inteira).
Datas
- Estreia: 13/10/2026 22:03
Adicionais:
- Encerramento: 01/01/1970 00:00
Local
- Estabelecimento:
- Endereço:
Informações
- Gênero:
- Detalhes:
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Ingressos
- Valores: