Epidemia
VOCÊ JÁ SE SENTIU DOENTE SEM ESTAR DOENTE?Em uma empresa de recursos humanos, a morte súbita e inexplicável de um jovem funcionário assusta a todos, ao mesmo tempo em que há rumores de que a empresa será comprada por uma húngara. A crise está instaurada: a situação provoca tensão entre os colegas de trabalho e […]
Evento
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ESTREIA:
13/07/2026 08:49 -
ENCERRAMENTO:
01/01/1970 00:00 -
CIDADE:
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ESTABELECIMENTO:
VOCÊ JÁ SE SENTIU DOENTE SEM ESTAR DOENTE?
Em uma empresa de recursos humanos, a morte súbita e inexplicável de um jovem funcionário assusta a todos, ao mesmo tempo em que há rumores de que a empresa será comprada por uma húngara. A crise está instaurada: a situação provoca tensão entre os colegas de trabalho e expõe a fragilidade e o abismo psicológico no qual cada um deles vive. A rotina torna-se impraticável e o trabalho passa a ser um espaço de crise, onde se manifestam as doenças típicas do nosso tempo.
EPIDEMIA é uma tragicomédia absurda que retrata o alucinante cotidiano dos trabalhadores das grandes cidades e levanta a questão: “Pra quê perder a vida, tentando ganhá-la?”
EPIDEMIA foi criada colaborativamente pelos Atores-Criadores da RUBRA Cia. de Teatro. Poeticamente partimos do “Mito de Sísifo”, ensaio de Albert Camus, filósofo e escritor radicado na França. Neste ensaio o autor retrata o destino trágico de Sísifo, aos olhos da Mitologia Grega, ao realizar um trabalho inútil e dispendioso. Após ser condenado pelos Deuses, Sísifo deveria carregar uma enorme pedra até o cume de uma montanha íngreme, e quando quase alcançaria o seu topo, a pedra escorregaria ladeira abaixo e ele deveria novamente carregá-la para cima, eternamente. Trata-se do castigo pelo trabalho inútil e sem fim. Segundo Camus, esse mito é símbolo ao modelo de homem contemporâneo absurdo, ao esvaziamento de suas funções cotidianas, e à realização de um trabalho que não adere significado à sua própria realização. No referido ensaio, Camus desvenda que a questão essencial da filosofia contemporânea, perante à essa constituição absurda de mundo, é “Cometer, ou não cometer, suicídio”. Desistir, ou seguir adiante, em consciência!
“Se esse mito é trágico, é que seu herói é consciente. O operário de hoje trabalha todos os dias de sua vida nas mesmas tarefas e esse destino não é menos absurdo. Mas ele só é trágico nos raros momentos em que se torna consciente. Sísifo, proletário dos deuses, impotente e revoltado, conhece toda a extensão de sua condição miserável: é nela que ele pensa enquanto desce.”
Albert Camus
Datas
- Estreia: 13/07/2026 08:49
Adicionais:
- Encerramento: 01/01/1970 00:00
Local
- Estabelecimento:
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Informações
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- Detalhes:
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Ingressos
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