Coordenadoria da Mulher Ribeirão Pires lança Violentômetro

Prefeitura, em parceria com MP, OAB cria grupo de apoio às mulheres em situação de violência

Coordenadoria da Mulher Ribeirão Pires lança Violentômetro

Crédito: Divulgação: PMRP

A Coordenadoria da Mulher lançou, na manhã desta terça-feira (10), na sede da Secretaria de Assistência, Participação e Inclusão Social (Sapis), durante reunião sobre a Patrulha Maria da Penha, o Violentômetro, um apontador do nível de violência para facilitar a identificação por parte das mulheres.

“A violência contra a mulher vai além da questão física. É preciso identificar os cinco tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher previstos na Lei Maria da Penha: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. O Violentômetro vem para elucidar essas dúvidas”, explicou a coordenadora Simone Maria Mozelli da Silva.

“É preciso apresentar caminhos para que essas mulheres consigam sair dessas situações de violência. Por isso, o serviço público se mantém atento e sempre buscando mecanismos para facilitar a comunicação desses fatos e sua resolução, sempre prezando o bem-estar e a saúde física e mental dessa mulher”, explicou o secretário de Assistência, Participação e Inclusão Social, Leonardo Biazi.

Nesta ocasião, a promotora de Justiça Paula de Figueiredo Silva também apresentou o Projeto Girassol – Acolhida e orientação para superação da situação de violência doméstica e familiar, uma iniciativa do Ministério Público de Sâo Paulo, OAB de Ribeirão Pires e Coordenadoria de Mulheres que cria um grupo de apoio com a finalidade de acolhida para essas mulheres. As reuniões acontecerão na sede da OAB Ribeirão Pires (Rua Presidente Kennedy, 133 – Vila Ugliengo), todas as primeiras sextas-feiras do mês, às 10 horas. Para obter mais informações entre em contato pelo telefone (11) 96618-3195. Não é necessário agendamento ou confirmação.

“Será uma roda de conversa para falarmos sobre o ciclo da violência. Muitas mulheres estão inseridas nele, mas não tem a compreensão objetiva disso. Muitas delas não tem a percepção de que outras mulheres também passam pelas mesmas situações, então vamos promover uma troca de experiências, criando uma rede de proteção. Vamos, também, explicar o que é e como funciona um processo criminal e de família, como disputa por guarda, por exemplo, além de elucidar dúvidas sobre medidas protetivas e sistema de acolhimento”, explicou a promotora de Justiça, Paula de Figueiredo Silva.

Também participaram da reunião a vereadora Márcia Coletiva de Mulheres e da subinspetora da Guarda Civil Municipal Cibele Felix Leal.

  • Publicado: 10/08/2021 11:42
  • Alterado: 10/08/2021 11:42
  • Autor: Redação
  • Fonte: Prefeitura de Ribeirão Pires