Agência de classificação de risco eleva nota de crédito de São Paulo de Ba2 para Ba1

Moody’s aproxima São Paulo do grau de investimento

Agência de classificação de risco eleva nota de crédito de São Paulo de Ba2 para Ba1

Crédito: Reprodução

A Moody’s, uma das mais renomadas agências de classificação de risco do mundo, anunciou nesta quarta-feira (2) a elevação da nota de crédito do Estado de São Paulo, de Ba2 para Ba1. A classificação permanece com perspectiva positiva, refletindo a sólida capacidade do Estado de honrar seus compromissos financeiros e posicionando São Paulo a apenas um nível de alcançar o grau de investimento.

O relatório da Moody’s destaca como principais fatores para a elevação o robusto e diversificado perfil econômico de São Paulo, que proporciona uma sólida base de receitas próprias. Além disso, a nova classificação é respaldada pela gestão fiscal prudente e pela adequada liquidez do Estado, que, juntas, reforçam seu perfil de crédito independente.

Esse resultado é fruto direto das iniciativas implementadas por meio do programa “São Paulo na Direção Certa”, voltado à criação de um ambiente de negócios mais competitivo, à modernização da gestão pública e à melhoria da qualidade dos gastos. Essas medidas têm impulsionado a capacidade de atração de investimentos e a geração de novas oportunidades, beneficiando diretamente a população.

Sobre o rating

O rating é um instrumento utilizado para avaliar a qualidade de crédito de um ente, seja ele um país, governo subnacional ou empresa. Ele mede o risco associado à capacidade do agente em cumprir suas obrigações financeiras. Ao atribuir uma nota de crédito, as agências de classificação de risco consideram diversos fatores que possam influenciar a capacidade de pagamento de quem contraiu a dívida.

Uma classificação de crédito mais elevada é vista como um sinal de menor risco para investidores, o que tende a reduzir os custos de captação de recursos no mercado financeiro.

  • Publicado: 02/10/2024 18:55
  • Alterado: 02/10/2024 18:55
  • Autor: Redação
  • Fonte: Sefaz-SP